terça-feira, 31 de março de 2009

SEJA UM CACHORRO


Recebi uma apresentação com uma idéia muito criativa sobre comportamento animal, que se fosse adotado pelos homens, o mundo seria muito melhor.

"Se um cachorro fosse seu professor, você aprenderia coisas assim:

  • Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
  • Nunca perca uma oportunidade de ir passear de carro.
  • Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
  • Mostre aos outros que estão invadindo seu território.
  • Tire uma soneca no meio do dia e espreguice antes de levantar.
  • Corra, pule e brinque todos os dias.
  • Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
  • Não "morda", quando um simples "rosnado" resolve a situação.
  • Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquido e deite debaixo da sombra de uma árvore.
  • Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
  • Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado... Volte e faça as pazes novamente.
  • Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
  • Se alimente com gosto e entusiasmo.
  • Coma só o suficiente.
  • Seja leal.
  • Nunca pretenda ser o que você não é.
  • E o mais importante de tudo... Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.
A amizade verdadeira não aceita imitações."
( Texto: Autor desconhecido | Foto: Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

sábado, 28 de março de 2009

VIVENDO...


A seguir um texto de Pablo Neruda que trata de coisas muito importantes. Quando nossa vida se torna monótona, quando deixamos de fazer até mesmo coisas simples, é um sinal de que algo precisa mudar... Segue o texto:

"Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve musica, quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destroi o seu amor proprio, quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televião o seu guru.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco, e os pontos sobre os 'is', em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho nos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva que cai incessante

Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não respondem quando lhe indagam sobre algo que sabem.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar.

SOMENTE A PERSEVERANÇA FARÁ COM QUE CONQUISTEMOS UM ESTÁGIO ESPLENDIDO DE FELICIDADE."
( Texto: Pablo Neruda | Foto: Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

domingo, 22 de março de 2009

"DESELEGÂNCIA" NO AR


Em minhas férias em Fevereiro/2009 fui para o Rio Grande do Sul e tive a oportunidade de presenciar no avião uma cena única. Uma mulher "armando o maior barraco"!

Ela falou para quem quis ouvir, que ela chegou no aeroporto de Guarulhos vinda dos Estados Unidos e depois tentou ir para o Rio Grande do Sul por uma companhia brasileira mas não estava conseguindo vôo.

A verdade é que a companhia brasileira fez gentileza de encaixá-la em um vôo onde tivesse assentos disponíveis, pois era Carnaval e os vôos estavam lotados. Contudo, a reclamante queria que a companhia encaixasse TODOS os seus parentes (mais ou menos 10 pessoas) no mesmo vôo, o que era impossível. Ela chegou a entrar no avião, criou confusão, desistiu do vôo, fez com que suas bagagens fossem tiradas do compartimento de cargas do avião, depois arrumou outra confusão fora do avião e acabou resolvendo que iria naquele vôo mesmo. Suas bagagens... Foram colocadas novamente no compartimento de bagagens do avião. Enquanto toda esta confusão acontecia, o vôo estava se atrasando e dezenas de passageiros que nada tinham a ver com o problema, estavam esperando no avião.

Durante a viagem, a mesma se levantou da poltrona e contou sua história mais duas vezes. O que mais me chamou a atenção foi o fato dela sempre enfatizar que tinha acabado de chegar dos Estados Unidos. Minha impressão era que ela estava mais interessada em falar que tinha ido aos Estados Unidos do que realmente relatar seu problema, que na minha opinião, não existia. O pior de tudo... Tive que agüentar esta "xarope" na poltrona do meu lado a viagem inteira!

Em outra ocasião, em Julho de 2007, viajei a serviço para a França. Na volta, como Julho era época de temporada de verão na Europa, não havia avião para eu voltar para o Brasil. Tive que ir até a Holanda e a partir de lá, pegar um avião para o Brasil. O aeroporto de Amsterdam, chamado de Schipol, é simplesmente enorme. Ao desembarcar lá, tive que atravessar vários saguões em busca do portão de embarque. Por todos os saguões que passava, ordem e tranqüilidade. Caminhando mais alguns minutos, observei uma verdadeira arruaça em um portão de embarque mais à frente. Pelo idioma falado (português), imaginava que tinha encontrado meu portão de embarque. Um grupo de rapazes fazendo a maior bagunça, falando alto, querendo chamar a atenção. Em nenhum dos outros portões de embarque pelos quais eu havia passado havia aquela "zorra".

Não me surpreende o fato de brasileiro ser "mal visto" por todos os lugares que passo. Infelizmente, evito de todas as formas falar minha nacionalidade quando viajo para fora.

Há algum tempo atrás, vi um vídeo feito por um dos maiores parques de diversões do mundo que tratava sobre a má conduta de pessoas em suas dependências, envolvendo inclusive vandalismo. O vídeo era especificamente de brasileiros. Que vergonha!

O governo do presidente Fernando Henrique trouxe uma coisa muito boa para o povo brasileiro, que foi de certa forma, mais dinheiro no bolso. Em minha opinião, que é muito radical sobre este assunto, o poder aquisitivo de alguns aumentou, mas a falta de classe e de educação não mudaram. Lugares que antes eram "bem freqüentados", hoje mais parecem pontos de encontros para "maloqueiros". Fazer o quê? Todos têm os mesmo direitos, não é?

Sem dúvida, dinheiro pode comprar tudo que uma pessoa mais quer, mas nem sempre pode comprar o que ela mais precisa!
( Texto e foto: Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

quinta-feira, 19 de março de 2009

UBATUBA / SP (Mar/2009)






Retornei mais cedo das minhas férias em Santa Cruz do Sul/RS pois tinha que elaborar um documento profissional que deveria entregar impreterivelmente no mesmo dia. Assim que cheguei do aeroporto iniciei a elaboração, que em menos de 1 hora ficou pronto (ridículo não é?).

Mal havia chegado de viagem e já estava com saudades do Sul. Como tinha que ficar por aqui mesmo, iria aproveitar ao máximo os 4 dias restantes de minhas férias.

Juntei algumas roupas na mala e fui para Ubatuba/SP. O sol estava forte e o dia muito bonito. O calor, insuportável. Tem tudo a ver com praia não é?

Cheguei em casa e já fui andar na praia. No dia seguinte, peguei a bicicleta e fui passando pelas praias da região. Voltei para casa, fiz meu almoço e fui dormir um pouco. Ao acordar, fui para a praia novamente. No fim da tarde começou uma "chuvinha" que não iria passar mais.

Acordei no sábado de manhã com a chuva "batendo" na minha janela. Mesmo distante, escutava o barulho das ondas quebrando na praia. Pensei: hoje "o bagulho deve estar doido" (imaginando as ondas fortes no mar).

Não sei por que, mas falei para mim mesmo que hoje seria o dia de eu voltar a fazer uma das coisas que eu mais gostava de fazer... Algo que fazia eu me sentir vivo... Algo que me fazia esquecer de todo e qualquer problema da vida... Algo que me fazia realmente feliz... "Pegar onda"!

Comecei a surfar em 1988 e ia com grande freqüência para a praia com este objetivo. Pouco tempo depois me tornei adepto também do "bodyboarding". "Pegar onda" era sempre uma festa! Infelizmente, no final de 1996 e em 1997 fiz várias escolhas estúpidas em minha vida, e uma delas foi parar de "pegar onda". Durante estes 12 últimos anos minhas pranchas ficaram paradas em casa, os “leashes” apodreceram e eu fiquei afastado de algo que me fazia muito bem. (Hoje sei que o mal que nós podemos causar a nós mesmos através de pensamentos "viróticos" e crenças limitantes, mesmo sem perceber, é simplesmente enorme.)

Como isto era passado, do fundo da gaveta da cômoda retirei e vesti a velha camiseta de lycra que usava para "pegar onda" 12 anos atrás. A camiseta estava inteira, eu é que estava um pouco mais "gordinho", mas ainda assim, consegui entrar na camiseta sem muito esforço (hahahaha). Escolhi usar minha prancha de "bodyboard". Surf ficaria para outro dia.

Ao chegar na praia, tive a certeza de que meus ouvidos não se enganaram. O "bagulho estava doido" mesmo. Parece que Deus havia preparado tudo especialmente para os adeptos do "surf" e do "bodyboarding". Automaticamente, comecei a observar o mar e onde as ondas estavam quebrando para escolher o melhor ponto para entrar na água. Como nos bons tempos!

Amarrei o "leash" no braço e entrei... No caminho da "arrebentação", surfistas eram "atropelados" pela espuma das ondas que quebravam, muitas vezes sendo jogados para trás. Havia um bom período de tempo entre as seqüências de ondas (que eu já havia observado antes de entrar na água), o que me permitiu passar a "arrebentação" com certa tranqüilidade.

Passados alguns minutos, uma onda de bom tamanho começou a se formar em minha frente e como eu costumava dizer, "ela tinha o meu nome escrito nela"! Até agora não consigo expressar o que senti ao "descer" aquela onda. Além da alegria de estar fazendo novamente algo que gosto muito, tinha a impressão de estar deixando para trás, no meu rastro pela água, o restinho dos sentimentos de todas as coisas ruins que haviam acontecido em minha vida nestes últimos 12 anos.

Como antigamente, passei a manhã inteira "pegando onda". Ao sair da água, agradeci a Deus o magnífico "retorno" que ele havia me proporcionado. Eu parecia uma criança que acabara de ganhar um presente há muito desejado. Por um instante parei, virei para trás, olhei as ondas "arrebentando" e me perguntei: o que me impediu de "pegar onda" durante todo este tempo? Por que eu permiti que isto acontecesse? As respostas já não faziam a menor diferença... Virei para frente e segui meu rumo para casa.

Em casa, tomei um banho e fui fazer meu almoço. Depois do almoço, o costumeiro "cochilo". Acordei no fim da tarde. A chuva caía sem parar, e além disto, tinha que fazer uma faxina no apartamento, que há muito estava prevista. Lavei metade do apartamento e deixaria a outra metade para a próxima vez que fosse lá. Já era tarde da noite quando terminei. Fiz meu jantar, tomei outro banho e fui dormir, com uma das melhores sensações que já tive em minha vida.

Acordei cedo no domingo, tomei meu café da manhã, limpei mais algumas coisas por lá, coloquei as coisas no carro e retornei para São José dos Campos/SP.

Após o almoço, quis aproveitar as últimas horas das minhas férias até o fim. Peguei a moto e fui para São Francisco Xavier/SP andar por algumas estradas da região para conhecê-las. Já estava anoitecendo quando retornei para casa.

Ao deitar, me lembrei dos meus dias de férias e de algumas lições importantíssimas que aprendi durante este período. Minha cabeça agora teria que voltar ao meu trabalho e aos desafios que teria que vencer. E que desafios!
( Texto e fotos: Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

terça-feira, 17 de março de 2009

SANTA CRUZ DO SUL / RS (Fev e Mar/2009)






Foi com grande satisfação que recebi de minha tia um convite para visitá-la em Santa Cruz do Sul/RS.

Eu estava saindo de férias novamente e Santa Cruz do Sul é uma cidade que gosto muito, por ser calma e tranqüila.

Cheguei no dia 23/02/2009 e estava chovendo muito. A chuva durou mais uns dois dias, o que me impossibilitou de ficar saindo muito. Aproveitei o tempo chuvoso para dormir bastante e ler um livro que levei para a viagem.

Ainda com um pouco de chuva, fomos uma manhã para Porto Alegre. Andei por vários lugares e ainda visitei os dois maiores "Shopping Centers" de lá. Voltamos no início da noite.

No sábado, meu tio levou-me para visitar a empresa na qual ele trabalha. Tive a oportunidade de conhecer de perto todo o processo de beneficiamento de fumo.

Outro dia, acompanhado de minha prima e de uma bela amiga dela, fomos até a cidade de Rio Pardo. Esta cidade tem grande importância histórica para a região, bem como para o Brasil. Algumas batalhas importantes da Revolução Farroupilha foram travadas naquele local.

Antes de ser colonizado, o local onde fica a cidade de Rio Pardo era habitada pelos índios Tapes. Em 1750, depois de muito lutarem na região, Portugal e Espanha assinaram um acordo dividindo entre si as terras do Rio Grande do Sul. Inicialmente foi construída no local uma fortaleza chamada Jesus Maria José e uma vila começou a formar-se ao redor da mesma. Em 1769 o povoado passou a se chamar Freguesia de Nossa Senhora do Rosário de Rio Pardo e em 1771 foi estabelecida a Comarca Eclesiástica de Nossa Senhora do Rosário de Rio Pardo. Em 1811 tornou-se vila e em 1846 tornou-se município. Dom Pedro II passou duas vezes pela cidade, ficando hospedado lá.

Tirei fotos de várias casas e prédios antigos. Passeamos bastante pela cidade e ao final da tarde, fomos até a "praia" à beira do Rio Pardo. Ficamos lá algum tempo apreciando a paisagem e depois retornamos para casa.

Nos dias seguintes aproveitei para ficar na piscina e tomar um sol. Também fui fazer uma das coisas que mais gosto, que é caminhar pela cidade para conhecer lugares e estar em contato com a população local. O povo de Santa Cruz do Sul é muito gentil.

Pude rever também meu primo, que não via há muitos anos. Ele levou-me em sua casa para ver sua esposa e filho, que estavam muito bem, e também mostrar sua mais recente aquisição, um extravagante Lamborghini Gallardo. Uma acelerada daquele motor de 10 cilindros dentro da garagem quase me deixou surdo.

Visitei também a feira Expoagro Afubra, interessante, com exposição de plantações, produtos para agropecuária e animais. Muito legal.

Na minha última noite de permanência lá, meus parentes me ofereceram um churrasco, que foi especialmente "comandado" por minha prima. Estava muito bom!

Foi ótimo rever meus parentes, alguns amigos e poder passar com eles alguns dias.

Já era hora de voltar para São José dos Campos/SP. Tomei o avião e sem maiores novidades cheguei em casa.

Minhas férias ainda não tinham terminado. Restavam mais 4 dias e como não poderia faltar... PRAIA!
( Texto e fotos: Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

domingo, 8 de março de 2009

QUEM DOBROU SEU PÁRA-QUEDAS HOJE?


Mais uma das mensagens que recebi por e-mail e que se for bem compreendida, nos faz refletir sobre nossas ações do dia-a-dia, principalmente sobre questões relativas à gratidão e ao reconhecimento:

Charles Plumb, era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã. Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil.

Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita. Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão.

Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:

- Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?

- Sim, como sabe?, perguntou Plumb.

- Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?

- Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:

- Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje.

Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:

- Quantas vezes eu vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse Bom Dia? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro.

Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.

Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia:

- Quem dobrou teu pára-quedas hoje?

Todos temos alguém cujo trabalho ou ajuda é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos pára-quedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual.

Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante, e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.

Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável.

Hoje, esta semana, este ano, cada dia, procura dar-te conta de quem prepara teu pára-quedas, e agradece-lhe.

Ainda que não tenhas nada de importante a dizer, envia esta mensagem a quem fez isto alguma vez.

As pessoas ao teu redor notarão esse gesto, e te retribuirão preparando teu pára-quedas com esse mesmo afeto.

Todos precisamos uns dos outros, por isso, mostra-lhes tua gratidão.

Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de ações simples. Só um telefonema, um sorriso, um agradecimento, um Gosto de Você, um Te Amo.

Obrigado por todos os favores que sem merecer recebi de ti e nunca te agradeci.

Autor Desconhecido
( Foto: Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

domingo, 1 de março de 2009

FRASES QUE GOSTO (MARÇO/2009)

Frases deste mês:
  • "Se o coração estiver amargo, nada adoçará a boca" - Autor desconhecido
  • "Meu sucesso é a minha maior vingança contra meus inimigos" - Autor desconhecido
  • "Justificativa é coisa de perdedor. Enquanto o vice explica, o campeão comemora" - Roberto Shinyashiki
  • "O IBAMA proíbe fazer bolsa com couro de jacaré, mas nenhum órgão reprime a 'confecção' da bolsa-família com o couro da classe média!" - Autor desconhecido
  • "Nada tem qualquer poder sobre mim além daquilo que permito por meio de meus pensamentos conscientes." - Anthony Robbins